quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A Glória de Cristo* – João 12: 20-36 - Manoel Coelho Jr.

Neste texto vemos a questão da manifestação da Glória de Cristo em sua morte. Evidentemente que isto contraria todo o conceito mundano de Glória. Quem ousaria dizer neste mundo materialista que a glória de alguém está em sua morte, e num tipo de morte semelhante a de Cristo? Mas tal compreensão só possuem os homens de fé, pois somente aqueles que creem é que percebem a real proporção das coisas. Apenas estes percebem que a glória de Deus é maior que a glória humana, exatamente por ser de Deus e também porque conduz a Vida Eterna. Já a humana é passageira e leva a morte. O assunto deste trecho está intimamente ligado ao texto anterior. Descobrimos isso quando pensamos que as pessoas esperavam um Reino político que os libertaria de Roma, mas Cristo era o Rei humilde montado em um jumentinho caminhando para Cruz. E quanto a nós, já temos compreendido a glória de Cristo? Nossa vida mostra isso? Afinal o que é glória para nós?




*Pregação da noite de domingo, 17 de agosto de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém.

domingo, 24 de agosto de 2014

Estudo 29 - Batistas Reformados - Graça Irresistível e Chamada Eficaz - Parte IV* - Manoel Coelho Jr.



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1 – Chamada externa:

E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.” Mc 16: 15,16.

Cristo deu a Igreja a tarefa de proclamar o seu Evangelho a todos os homens conclamando-os ao arrependimento e a fé. Consequentemente à medida que o Evangelho é anunciado o próprio Deus está chamando os homens a crerem em seu Filho. Deus é sincero neste chamado, pois trata a cada homem e mulher como seres responsáveis. Assim Ele já o tem feito ao dar-lhes sua Revelação na Criação e na consciência (Rm 1,2). Agora Ele o faz de forma mais clara na Pregação do Evangelho. 
Diante deste fato pensemos nas seguintes questões:

A - Se Deus leva a sério sua própria Palavra ordenando que seja espalhada a todos os homens não é loucura tratarmos seu Evangelho com desatenção e descaso?

B – O que temos feito com a pregação fiel que ouvimos e com a Bíblia que temos nas mãos? Temos tratado estas oportunidades de forma responsável, levando em conta que é a própria Palavra de Deus revelada a nós?  

C – Se Deus nos leva a sério tratando-nos como seres responsáveis, não é loucura tratarmos a nossa própria alma com descaso e leviandade?

O fato é que os homens olham para a Criação e não adoram o Criador, mas a criatura; tem a Lei de Deus na consciência, e a menosprezam; ouvem o Evangelho, e dão pouca ou nenhuma importância. Se este é o nosso caso, não estaremos agindo com responsabilidade e não teremos desculpas no Dia do Juízo, pois Deus nos dirá que fomos informados, que sabíamos, mas mesmo assim não o ouvimos. Por isso se diz: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;” Rm 1:20 e “Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.” Rm 1:32. 

2 – A chamada interna.

O que faz a diferença entre os que recebem a mensagem do Evangelho? Por que uns creem e outros não? Vemos a resposta neste texto:

No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido. Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia. Depois de ser batizada, ela e toda a sua casa, nos rogou, dizendo: Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e aí ficai. E nos constrangeu a isso.” At 16: 13-15.

O que diferenciou Lídia das demais mulheres? É que no caso de Lídia “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia”. Aqui aconteceu o que chamamos de “Chamada Interna”. Ocorre quando Deus por seu Espírito abre o entendimento dos homens para que compreendam e vejam a Verdade do Evangelho.

Por isso Cristo diz assim:

Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.” Jo 10:1-5.

As ovelhas sabem que Cristo é o seu Pastor, e também sabem quando se trata de um estranho. Isso nos fala da consciência da Verdade.

Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.” Jo 10:16.  

As que ouvem são Dele, de seu rebanho. São os eleitos.

Rodearam-no, pois, os judeus e o interpelaram: Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és o Cristo, dize-o francamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar.” Jo 10:24-29.

Os que não são suas ovelhas não ouvem porque não creem que Ele é o Cristo, nem diante das maiores evidências. Mas as suas ovelhas ouvem, pois compreendem que de fato Ele é o Cristo enviado pelo Pai. E tudo isso ocorre porque o próprio Deus as chama internamente. Lembre o que Cristo disse a Pedro: “Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.” Mt 16:17.

3 – Aplicações:

A – O Chamado externo mostra que somos responsáveis. Então que ajamos responsavelmente buscando ao Senhor. Que leiamos sua Palavra com toda atenção e meditação. Que ouçamos cada pregação anelando que o Senhor fale conosco, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas são de fato, assim (At 17: 11). Não haverá desculpa se negligenciarmos este nosso dever.

B – O Chamado interno mostra que só ouviremos se Deus operar em nós com sua Graça Irresistível. Então supliquemos que Ele nos conceda entendimento. Que clamemos: “Oh Senhor não permita que meu coração me engane. Sim, pois ele é enganoso e corrupto (Jr 17:9). Que tua graça me ilumine e que faças em mim o que fizeste em Lídia, Oh Senhor. Que abras o meu coração, abras meu entendimento. Senhor que a tua Palavra na pregação seja pão para mim, seja luz, seja água, seja vida, seja de fato para mim a tua Palavra. Oh Senhor fala ao meu coração. Que não seja apenas um Chamado externo, mas também o interno. Que a tua Graça opere em mim. Amém!”.

Amigo, saiba que Naquele Grande Dia você responderá pelo que tem ouvido. Saiba também que só Deus pode lhe salvar, somente Ele pode abrir seu entendimento e coração. Então vá a Ele e clame por sua Graça. E que o Senhor lhe seja gracioso. Amém! 

*Estudo da EBD de 24 de agosto de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém. 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Rei da Paz* – João 12:12-19 - Manoel Coelho Jr.

O extraordinário milagre da ressurreição de Lázaro operado por Cristo continua repercutindo em Jerusalém e arredores. Após ter sido ungido por Maria em Betânia Cristo ruma em direção a Jerusalém. Esta nova chega ao povo que se preparava para a Páscoa e que já tinha ouvido a respeito do grande milagre de Nosso Senhor. Estas pessoas então vão receber a Cristo com grande alegria e o exaltam como Rei de Israel. De fato o propósito do texto é apresentar a Cristo como Rei. Porém não podemos esperar que todos naquela ocasião entendessem que espécie de Rei Ele era. Na verdade nem mesmo os seus discípulos compreendiam o significado de tudo aquilo. Observamos com estes acontecimentos a dificuldade humana de entender a Palavra de Deus, o que indica que necessitamos urgentemente da graça do Alto para termos compreensão das coisas espirituais. A grande questão é: Sabemos que tipo de Rei Cristo é? Ele realmente é o nosso Rei neste sentido?







*Pregação da noite de domingo, 10 de agosto de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Estudo 28 - Batistas Reformados – Graça Irresistível – Parte III* – Manoel Coelho Jr.

Neste estudo tratamos dos seguintes assuntos sobre o tema da Graça Irresistível e Chamado Eficaz:

1 – Relembramos os padrões bíblicos já estudados chegando as seguintes conclusões:

A – Existe a clara Revelação de Deus aos homens na criação, na consciência e nas Escrituras. Ninguém pode dizer que nunca recebeu algum conhecimento de quem seja Deus.

B – Todos os homens sem exceção, e no que depende deles, irão deliberadamente rejeitar a Revelação que Deus lhes concede, pois amam o pecado.

C – Como rejeitam a Revelação passam assim a desconhecer ao Deus Verdadeiro. Caem então na ignorância e trevas espirituais criando para si deuses falsos.

D – Pelos fatos anteriores concluímos que ninguém conhece a Deus por sua própria vontade. Só virão a conhecê-lo aqueles aos quais Ele quiser revelar-se.

2 – Diante de tudo isso chegamos à conclusão de que graça é o favor imerecido de Deus àqueles que merecem apenas a sua Justa Ira. Por esta graça Ele escolhe os que serão salvos, envia seu Filho para por eles morrer, e em tempo oportuno os atrai irresistivelmente ao Evangelho em fé e arrependimento. A Graça é irresistível não no sentido de que os eleitos são forçados a vir, mas no sentido de que Deus operará infalivelmente neles para que venham de forma voluntária.



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*Estudo da EBD de 17 de agosto de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Raciocínio, ação, realidade, e resultado* - Parte II – Jo 12:3-8 - Manoel Coelho Jr.



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3 – A Realidade nos tem sido revelada? Temos recebido pela fé esta Revelação? Temos agido de acordo com ela?

Judas é um alerta para nós de que alguém pode estar tão perto de Cristo, tão perto da Palavra, tão perto da realidade e ainda assim perder a alma. Judas desprezou a Revelação da realidade em Cristo e agiu contra tal realidade. O Resultado foi sua morte. Judas se matou. Já Maria recebeu a Palavra, conheceu a realidade, agiu de acordo com ela, e achou o Bem Maior. Diante disso perguntemos: A Realidade nos tem sido revelada? Temos recebido a Revelação da realidade pela fé? Temos agido de acordo com ela? A resposta está em observarmos se agimos como Maria ou como Judas. O que amamos? Amamos os denários ou a Cristo? O que mais amamos? Amamos mais nossos estudos ou Cristo? Nosso projetos ou Cristo? Nosso salário ou Cristo? Nossa família ou Cristo?  Estamos dispostos a entregar tudo por Cristo, mesmo que seja o salário de um ano de trabalho, ou como Judas pensamos que isso é um prejuízo? Temos recebido a sua Palavra ou rejeitado porque amamos as outras coisas? Vivemos para Cristo ou para os denários? Vivemos para sua glória? Pense: Ele é o centro das suas ações? Você quer honrá-lo em tudo ou acha isso um desperdício? Você tem prazer no Dia do Senhor ou para você é custoso cultuar com os irmãos, tendo desejo de estar em outro lugar? Como você vê a Bíblia, O Livro de Deus? Você zela por ela, medita nela, procura dirigir sua vida por ela, porque afina é a Palavra de Cristo, ou quase não lê e nem pensa nela e vive como os mundanos? Afinal você pensa e age como Maria ou como Judas?

4 – A Graça e a responsabilidade.

Mas se só entendem a realidade em Cristo aqueles que o Pai concede a Revelação podemos dizer que o conhecimento da Verdade é obra de pura graça divina. Mas isso de forma alguma retira a responsabilidade humana. Nas Escrituras tanto a Soberana Graça como a responsabilidade humana coexistem. Enfatiza-se a grave falha de Judas em não perceber o valor do ato de Maria, isso devido a sua não recepção da Revelação dada em Cristo. Isso nos mostra a responsabilidade de Judas, ainda que não tenha recebido a Graça. Por outro lado Cristo aprova a ação de Maria, ainda que esta tenha sido um fruto da Graça. Assim temos que a Soberania de Deus e a responsabilidade humana não se anulam, mas coexistem.

Dessa forma podemos dizer que pesa sobre nós a responsabilidade de aproveitarmos as oportunidades que Deus nos tem dado de conhecermos a realidade espiritual em Cristo. Quando o Senhor andava pela terra as pessoas ficavam na responsabilidade de receberem sua Revelação por suas palavras e sinais. Mas hoje, mesmo que não ande entre nós fisicamente, temos a mesma Revelação nas páginas das Escrituras. Assim é nosso dever buscarmos nas Escrituras tal Revelação. Por isso se diz que: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.” Sl 1:1,2. E Deus ordenou a Josué: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” Js 1:8. A meditação nas Escrituras faz que nossas mentes sejam amoldadas de acordo com a realidade revelada em Cristo. E assim poderemos agir de acordo com esta realidade tendo então bons resultados para nossa alma.

5 – O amor e a realidade.


Observemos que Judas usa o argumento de que se deveria ajudar os pobres. No entanto sua intenção era roubar. Suas palavras eram bonitas, mas escondiam um coração egoísta que não pensava nos pobres de forma alguma. Mas Cristo aprova a ação de Maria, mostrando que ela o amou e por isso o preparou para a morte. Maria viu a urgência do caso de Cristo. Os pobres sempre estariam por perto, mas Cristo estava para partir. Dessa forma Cristo é mais importante até que os pobres. O fato é que a Escritura mostra que se não amamos a Cristo não amamos a Deus, e consequentemente não amamos nossos próximos que são a imagem e semelhança de Deus. Por isso os Dez Mandamentos se dividem em quatro e seis. Quatro com relação a Deus, isto é, amar a Deus; e seis em relação a s próximos, isto é, amar aos próximos (Ex 20: 1-12; Mc 12:28-34). À medida que amamos a Deus amamos também nosso próximo porque são feitos a sua imagem e semelhança. No entanto só ama a Deus quem foi amado por Ele. Assim foi com Maria. Ela tinha consciência do amor e Cristo por si e seus irmãos (Jo 11:1-5). Ela viu este amor de Cristo na prática quando o Senhor ressuscitou a seu irmão Lázaro. Assim ela passou a amar a Cristo e por isso agiu daquela forma derramando sobre o Senhor aquele perfume caríssimo. Mas Judas não. Ele não amava a Cristo. O que ele amava eram os denários que ele viu se “perderem”. Eis aí que o amor a Deus corrige tudo porque faz você vê a realidade. E qual é a realidade? Resposta: Deus é Deus e o próximo é feito a imagem Dele. Se assim eu vejo, então raciocino conforme esta realidade, consequentemente ajo de acordo, e o resultado é a glória de Deus e o bem supremo de minha alma que é estar em comunhão íntima como meu Senhor. Que com todos os meus leitores assim aconteça! Amém!

Pode ser copiado e distribuído livremente, desde que indicada a fonte, a autoria, e o conteúdo não seja modificado!

*Pregação da manhã de domingo, 10 de agosto de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém.

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Leitura recomendada:

Humanismo - Dr. Lloyd-Jones.



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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O Evangelho e o Templo da Universal* - Manoel Coelho Jr.

Para pregação do Genuíno Evangelho é necessário anunciar-se a Deus em toda a sua Glória, Soberania, Majestade, Santidade, Justiça, Ira, Graça, misericórdia e Verdade. Consequentemente deve-se mostrar o homem criado a Sua imagem, mas caído e depravado em Adão, fazendo-se inimigo do Senhor e Criador, tendo assim como mérito apenas a condenação por parte de um Santo Deus. Diante disso deve-se então apresentar a Cristo em toda a sua beleza como Redentor de seu povo em sua Vida, Morte, e Ressurreição, e chamar os pecadores ao arrependimento e fé neste Cristo enviado pelo Pai. Mas desejo em poucas palavras mostrar que o “Templo de Salomão”, recentemente inaugurado pela Universal, combate frontalmente essa mensagem do Evangelho tornando-se assim grande mal a todo o que bate palmas a tal “Templo”.



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*Estudo da noite de quarta, dia 06 de agosto de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém.